
O traço que desenhei na Rua dos Perdidos não foi pensado, muito menos propositado. As serenatas que lá se cantavam eram inspiradas naquela tão amarga loucura que pairava no ar. A melancolia das palavras era algo que confortava todos os que ali passavam.
As casas caíam, eram velhas e vazias. À noite, os candeeiros pouco iluminavam, criavam um ambiente frio e escuro que a tantos agradava e a mim me assustava. Todos queriam o que, a meu ver, era indesejável. Em todo o caso, quis saber o porquê deste sentido contrário e desta diferença que em nada se mostrava semelhante a mim.
Simplesmente, não encontrei respostas. A insanidade era algo criminosa, queimava páginas de socorro que tantos escreveram e que tantos continuam a escrever para fugir daquela Rua que a tantos tortura, que a tantos desorienta. Faço de conta que não pertenço aqui e espero que um dia me venhas buscar.
"A insanidade era algo criminosa..."
ResponderEliminarContinua...
O pessoal merece ler os teus textos!
Abraço
Trincas
Como ja disse e volto a dizer... tens futuro nisto! :D
ResponderEliminarBeijinhos/ Susana
Fantastico manito @@ :')
ResponderEliminar/joao h.
Maravilhoso meu puto +.+
ResponderEliminarContinua (:
/Joca
continua assim @@ fantástico amor!
ResponderEliminarx)
/ CláudiaSá
está qualquer coisa de extraordinário, como sempre :)
ResponderEliminarbeijinho.
/marisa freixinho.
Onde o crime compensa se não nas ideologias pintadas à ruas de desejo, soberba e interesse. Que o dito amor evolua e a corrida ao fim tenha um propósito maior. Abs meu caro.
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarMais um texto fantástico. +.+ Eles transportam a pessoa para outra dimensão, wow. :'o
ResponderEliminarBeijinho , gó. :)
/Mariana